Catorze distritos vão estar a partir da manhã de sábado com aviso amarelo devido ao tempo quente, de acordo com o Instituto Português do mar e da Atmosfera.

Segundo o IPMA a persistência de valores elevados da temperatura máxima é esperada para todos os distritos de Portugal continental, com exceção dos de Bragança, Vila Real, Faro e Viseu.

O aviso tem início às 10:00 de sábado e prolonga-se até às 06:00 de domingo.

Este aviso amarelo, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, é emitido quando há uma “situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.

De acordo com a informação disponível no ´site´ do IPMA, no sábado as temperaturas vão chegar ou exceder os 30 graus celsius em todos os distritos de Portugal continental.

Beja e Évora serão as cidades mais quentes, com 38º, enquanto Lisboa chegará aos 35º e Porto e Faro aos 31º.

O “Cinema ao ar livre” no parque João  Paulo II , nas Caxinas começou em 2017. Quatro sessões, uma vez por semana. O cinema sob as estrelas foi um sucesso. Este ano, a Câmara Municipal de Vila do Conde decidiu repetir. É durante todo o mês de agosto, sempre às terças-feiras, às 21.30 horas.

E para que nada falte, à entrada do recinto, há um vendedor de pipocas para que a experiência de cinema seja completa. Há cadeiras, mas muitos preferem levar mantinhas de casa e esticar-se no chão. A entrada é livre

O Ministério Público e a Polícia Judiciária (PJ) do Porto estão a investigar a transferência de vários jogadores para o Desportivo das Aves, por existirem indícios de que as mesmas poderão ter sido financiadas com dinheiro do Sport Lisboa e Benfica, incluindo a compra de passes.

O Presidente do clube da luz, Luís Filipe Vieira também estara a ser investigado por existirem fortes suspeitas de envolvimento no caso.

Cento e vinte e cinco artistas (arquitetos, escultores, pintores, escritores, jornalistas, desenhadores e todos os que, fugindo ao “catálogo”, ousaram expor a sua criação). Mais de duas centenas de obras. Na Sala Júlio Resende do Auditório Municipal de Gondomar. Até ao dia 15 de setembro.

A maior mostra internacional de livros de artista realizada em Portugal, com curadoria do jornalista e pintor Agostinho Santos, está patente para quem a quiser usufruir. São registos/cadernos de partes da vida de artistas, um hino à imaginação e à criatividade artística.

#Gondomar #AuditorioMunicipal #Exposicao

O Município de Paredes já envolveu, desde o início de julho, mais de 50 jovens no programa “Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas” lançado pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).

No âmbito deste projeto, os jovens voluntários estão a limpar e a vigiar zonas florestais do Sul do Concelho. As atividades são dinamizadas e acompanhadas pelos Pelouros da Juventude e da Proteção Civil da autarquia de Paredes, nas freguesias de Aguiar de Sousa, Parada de Todeia e Sobreira.

As iniciativas do programa “Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas” contemplam quatro fases, nomeadamente, a sensibilização da população, limpeza e manutenção de parque, vigilância móvel (a pé) e vigilância fixa da floresta.

O objetivo deste programa de voluntariado juvenil, com elementos dos 18 aos 30 anos, é claramente a preservação da natureza, florestas e respetivos ecossistemas. Pretende-se, com a ajuda dos voluntários, sensibilizar as populações, prevenir contra os incêndios florestais e outras catástrofes com impacto ambiental, monitorizar e recuperar territórios afetados.

Os jovens voluntários recebem um incentivo diário de 10 euros. A duração deste voluntariado é de quinze dias para cada participante.

Uma mulher de 49 anos morreu na manhã desta quarta-feira, na sequência de um acidente entre a mota onde seguia e um carro, em S. Pedro de Castelões, Vale de Cambra.

O acidente aconteceu cerca das 8 horas, na EN328, no lugar de Carpim. A vítima ainda foi transportada para o Hospital Santos Silva, em Gaia, onde acabou por falecer.

Os Bombeiros de Vale de Cambra receberam o alerta às 7.50 horas e, à chegada ao local, tinham duas vítimas. Um homem de 23 anos que seguia no carro, com ferimentos ligeiros, e a senhora, que estava em paragem cardiorrespiratória. Após manobras de reanimação, conseguiram reverter a situação e a vítima foi transportada para o hospital.

No local, estiveram seis operacionais dos bombeiros, a VMER da Feira e a GNR de Vale de Cambra.

A cidade de Espinho, dedica o mês de agosto ao peixe e ao marisco. O festival Sem Espinhas conta com vários restaurantes da cidade que quiseram participar neste almoço, por isso, prepararam petiscos especiais, com peixe e marisco locais, para serem acompanhados com uma cerveja. Os preços variam consoante o espaço.

O Sem Espinhas — que vai na terceira edição — está marcado para 25 de agosto. É um grande almoço em mesa corrida, para a comunidade local, que irá ocupar toda a Rua 41 de Espinho.

No dia 31 há a despedida às longas noites de verão com um Revellion especial. Vai haver música na zona dos bares da Rua 2, animação em diversos restaurantes, sunset parties, concertos de samba, performances com fogo e animadores em andas.

Os vereadores do PS na Câmara do Porto acusaram hoje a maioria liderada por Rui Moreira de querer “limitar a liberdade de expressão” ao apresentar uma queixa-crime por difamação contra o ex-vereador socialista Correia Fernandes.

“A apresentação desta queixa-crime é absolutamente disparatada do ponto de vista jurídico. Com esta atitude, a maioria municipal chefiada por Rui Moreira tenta limitar a liberdade de expressão e condicionar o exercício do direito de crítica”, afirma o grupo de autarcas socialistas.

A Câmara do Porto revelou obteo ter decidido apresentar uma queixa-crime contra o ex-vereador Correia Fernandes por alegada difamação contra a autarquia e o presidente Rui Moreira ao acusá-lo de “mentir” sobre uma obra na marginal da escarpa da Arrábida.

Para os quatro vereadores do PS, “Rui Moreira tenta uma manobra de diversão para fugir ao escrutínio de projetos imobiliários que têm causado perturbação na opinião pública e cuja tramitação deve ser exaustivamente esclarecida”.

Exprimindo “total solidariedade” a Correia Fernandes, arquiteto e cidadão “com amplo e impoluto percurso cívico” que foi vereador do Urbanismo entre novembro de 2013 e maio de 2017, durante o primeiro mandato de Rui Moreira, os socialistas garantem que “em nenhum momento se deixarão condicionar por atos de pura perseguição política, ainda que disfarçados de queixas judiciais e realizados à custa do erário público”.

“O Porto é, desde sempre, a capital da liberdade e em nenhum momento os portuenses, nele incluídos os vereadores do PS, se se deixarão condicionar por atos de pura perseguição política, ainda que disfarçados de queixas judiciais e realizados à custa do erário público”, sustentam.

Correia Fernandes acusou segunda-feira o presidente da autarquia de mentir ao atribuir-lhe responsabilidades de uma obra na Arrábida, garantindo que a mesma “decorre” de autorizações dos seus sucessores.

“Tudo o que se diga em contrário é mentira e não vou admitir que a mesma continue a ser repetida impunemente”, frisou Manuel Correia Fernandes em declarações à Lusa, numa reação ao artigo de opinião do presidente da câmara, Rui Moreira, publicado no domingo no Jornal de Notícias, no qual o autarca diz que foi o ex-vereador quem “aprovou o último PIP [Pedido de Informação Prévia da empreitada na base da escarpa], com a configuração e dimensão do que está a ser construído” a jusante da ponte da Arrábida.

Contactada pela Lusa, a autarquia afirma que “não cerceia a opinião de ninguém”, “repõe a verdade perante mentiras sistemáticas e difamação”, não podendo o PS “considerar que a liberdade de expressão é um seu vereador acusar o presidente da Câmara de mentir para tentar iludir que foi ele quem aprovou a solução urbanística em execução na Arrábida”.

“Em lugar de continuar a acusar a Câmara, o PS deveria começar por explicar se concorda com o PIP aprovado por Correia Fernandes e o que faria no caso de ter, agora, responsabilidades. A Câmara do Porto não se deixa, por isso, intimidar por acusações patéticas dos vereadores do PS, que entendem, ao que parece, que deveriam ser os únicos a pronunciar-se, com direito à mentira e à difamação”, acrescenta.

Esta segunda-feira, numa nota publicada no seu portal de notícias, a câmara diz que “Correia Fernandes pode ter-se arrependido da aprovação que deu a quatro PIPs para a construção naquele local e pode não concordar com a solução que ele próprio defendeu, de uma torre com dezena e meia de pisos, mas fê-lo e foi com base nessas suas decisões que os licenciamentos posteriores tiveram lugar”.

“Perante as aprovações que deu, a câmara passou a ser obrigada a licenciar aquela obra. Pode dizer que, como estava no PIP que aprovou, preferia um hotel a habitação, mas aquela edificação, com aquela forma, ganhou, consigo, direitos construtivos”, sustenta.

A câmara assinala ainda que a afirmação de Rui Moreira no seu artigo de opinião “é absolutamente inquestionável e comprovada documentalmente, o que torna a acusação de Correia Fernandes difamatória”.

Para além de apresentar queixa-crime, a Direção Jurídica da câmara irá também “instar os atuais e antigos responsáveis políticos que, pelo menos desde 2001, dão a sua aprovação à construção naquele local, a declararem se se enganaram ao fazê-lo ou se, entretanto, se arrependeram e entendem que, devido aos seus erros, devem os promotores ser indemnizados”.

A câmara destaca ainda que os edifícios em causa tiveram direitos de construção “adquiridos ainda na presidência de Nuno Cardoso (PS), em 2001” e “foram, mais tarde alvo de aprovação de novos PIPs, durante a presidência de Rui Rio (PSD), em 2009 e 2010” e que “ainda em 2013, no último ano de mandato do Rui Rio, chegou mesmo a ser emitida uma licença de obra, que conferia aos promotores o direito a iniciar os trabalhos”.

“Aos críticos da construção naquele local, pede-se, por isso, que imputem responsabilidades ou peçam explicações, nomeadamente, ao anterior presidente da Câmara, Rui Rio”, indica a autarquia.

Para a Câmara do Porto, “a licença passada por Rui Loza [independente que assegurou após Correia Fernandes o pelouro até ao fim do mandato] apenas aprova a mudança de uso de hotel para habitação”.

A obra em causa está a ser investigada pelo Ministério Público e integra a Zona Especial de Proteção (ZEP) da Ponte da Arrábida agora em consulta pública, depois de o processo ter estado parado durante cerca de cinco anos

A Guarda Nacional Republicana (GNR) já tem indiciada a empresa alegadamente responsável pelo derrame ilegal ocorrido há uma semana num ribeiro em Santo Tirso, no distrito do Porto, revelou à agência Lusa fonte daquela força policial.

Ainda segundo a fonte da GNR, o “grau de poluição das águas do ribeiro já diminuiu”, não havendo registo de “peixes mortos”.

Na quarta-feira passada o Jornal de Notícias noticiou a descarga ilegal naquele ribeiro, citando moradores da freguesia de Vila das Aves que afirmavam serem as “descargas recorrentes” e que “pelo menos há dez anos” que a água “corre às cores”.