O calor veio para ficar. O tempo quente deste fim-de-semana é para continuar nos próximos dias.

O verão parece que chegou e fica em Portugal na próxima semana.

A meteorologia Madalena Rodrigues prevê tempo muito quente amanhã e terça-feira.

Descida das máximas apenas na quarta-feira. Uma descida que será ligeira e essencialmente no Norte e Centro do país.

As temperaturas serão um pouco acima dos 30°C.

O Boavista foi derrotado este sábado no Bessa por 2-0 diante o Benfica na segunda jornada da Liga NOS de futebol.

Um golo na primeira parte, um golo na segunda parte, mais uma vitória, mais três pontos: Benfica venceu o Boavista por 2-0 (Ferreyra e Pizzi) a uma semana do dérbi na Luz com o Sporting.

Está “inaugurada” a nova vida da antiga Estação da Trofa, que recebe a partir de hoje, a Exposição “Memória e Identidade da Estação da Trofa”.
Uma exposição que vale a pena conhecer pela sua riqueza factual, documental e histórica.
Esta exposição pode ainda ser visitada de segunda a sexta-feira das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

Deflagrou pelas 15 horas deste sábado, 18 de Julho, o incêndio que está a destruir a fábrica de tintas e vernizes Isolaca, na zona industrial da Maia. Duas horas depois, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto garante que o fogo já está dominado, decorrendo agora as chamadas operações de rescaldo.

As causas do incêndio ainda não são conhecidas.

Estão envolvidos no combate a este incêndio 48 homens e 18 viaturas dos bombeiros voluntários da Maia, Leixões, São Mamede de Infesta e Pedrouços.

A fábrica, que estava fechada, situa-se na zona de Castêlo da Maia, próximo da Decathlon, Jumbo e outras grandes superfícies comerciais.

A Isolaca é uma pequena unidade de carácter familiar de tintas e vernizes, que ainda há um ano tinha concluído um projecto de internacionalização que contou com o apoio de 42 mil euros de apoios comunitários, no âmbito do programa Portugal 2020, para um investimento elegível de mais de 93 mil euros.

A GNR do Posto Territorial de Fânzeres, Gondomar, informou este sábado que deteve um homem de 53 anos, suspeito da prática de incêndio florestal no concelho.

Em comunicado, a GNR esclarece que “o indivíduo foi visto por populares a atear fogo a área de mato próxima de habitações, tendo o mesmo sido retido pelos populares e entregue aos militares da Guarda”.

O incêndio, do qual resultou uma área ardida aproximada de dois mil metros quadrados de mato, e que colocou habitações em risco, foi combatido pelos Bombeiros Voluntários de Gondomar.

O detido é presente este sábado no Tribunal de Instrução Criminal do Porto, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação

Sete distritos do Norte e Centro do país, entre eles o do Porto, irão estar sobre alerta máximo de incêndios rurais este fim de semana.

SMS de alerta da Proteção Civil começaram entretanto a ser recebidos desde as 18 horas desta sexta-feira pelas populações da região Norte.

Segundo a Proteção Civil, as noites serão tropicais e apela para o cuidado de se evitarem comportamentos negligentes.

A partir da meia-noite desta sexta-feira, o Porto, Braga, Bragança, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu verão passar “o nível especial de alerta para o nível vermelho”. O alerta mantém-se até às 23.59 horas de segunda-feira.

Um motociclista de 57 anos morreu, esta sexta-feira, depois de se despistar e embater contra um carro em Valongo.

O acidente deu-se quando o homem que vinha do trabalho, deslocava-se de Gondomar para Valongo , na estrada nacional.

Uma ultrapassagem mal calculada pode ter estado na origem do despiste mortal.

No local estiveram os Bombeiros de Valongo e uma VEMER do INEM que tentaram sem sucesso, realizar manobras de reanimação a vitima.

A Brigada de Trânsito da GNR está a investigar o caso.

A câmara de Gondomar assumiu ontem pestar “muito preocupada” com “picos de análises anómalas” a águas da praia fluvial de Melres, mas garantiu que “não há razão para desaconselhar” o uso do areal nem os banhos.

“Registamos picos com análises anómalas nesta praia [fluvial], mas não temos capacidade para perceber quais as razões para esta situação [e] a praia de Melres não está desaconselhada. Estamos muito preocupados com esta questão e reafirmamos o alerta e o pedido de envolvimento de todas as entidades para perceber o que se passa”, disse o vereador da câmara de Gondomar, Carlos Brás.

O autarca respondia à agência Lusa quando confrontado com um comunicado do PSD/CDS-PP, no qual esta coligação, que é oposição em Gondomar, acusava o executivo socialista de demonstrar “inoperância” quanto à interdição da praia de Melres, um dos três areais fluviais classificados neste concelho do distrito do Porto.

Na nota enviada à Lusa, o PSD/CDS-PP refere que “a praia de Melres, uma das ‘joias da coroa’ do Alto Concelho de Gondomar, continua contaminada”.

“Foram, continuamente, e naqueles órgãos [câmara e assembleia municipal], solicitadas diligências, estudos e um acompanhamento desta situação, sem que tenha existido qualquer resultado nem tenham sido identificadas, de forma concreta, quais as entidades responsáveis pelo foco de poluição que atinge a praia de Melres”, lê-se no comunicado do PSD/CDS-PP.

Questionada a autarquia liderada em maioria pelo PS, o vereador Carlos Brás garantiu que a praia pode ser usada, ainda que confirmando os “picos” e salientando “preocupação”, e avançou que a câmara vai “insistir com as autoridades que tutelam a Via Navegável do Douro para que a monitorização seja mais apertada”.

“De vez em quando esta situação acontece infelizmente. Também já aconteceu na Lomba e em Zebreiros [praias fluviais de Gondomar]. Não encontramos coerência nas análises. Não se pode ignorar que, nesta época do ano, há maior carga humana e carga fluvial no rio devido ao turismo, mas a ação não depende só de Gondomar”, afirmou o autarca.

Carlos Brás contou à Lusa que em março reuniu com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e que da reunião ficou o compromisso de que todas as entidades com responsabilidades na Via Navegável do Douro, desde os agentes ambientais às várias câmaras municipais e responsáveis portuários, seriam envolvidas numa discussão sobre o tema.

“Não temos ‘feedback’ desse compromisso e reiteramos a necessidade de reunir todas as entidades”, disse.

Contactada pela Lusa, a APA remeteu esclarecimentos para a próxima semana.