Estes homens são os primeiros a dar o alerta caso haja algum incêndio ou suspeita, a partir do Monte de Nossa Senhora da Assunção.
Posicionados pelo LEE (Local Estratégico de Estacionamento), os Sapadores têm uma visão ampla desde Gaia até Guimarães, “e tudo o que seja da área do nosso concelho, nós temos que fazer intervenção. Nós dirigimo-nos ao local, tentamos apagar; se não apagarmos, temos que pedir ajuda quer seja aos bombeiros ou outro tipo de meios. Tudo o que seja fora da nossa zona, eu dou informação ao CDOS (Comando Distrital de Operações de Socorro) do Porto e eles fazem distribuição dos meios para o local”, acrescentou o chefe de equipa.
Caso algum incêndio seja fora da área, não há intervenção física por parte dos Sapadores. Se existir suspeita ou mesmo algum ato, salvo raras exceções como alertas amarelos, laranjas ou vermelhas, só saem à ordem de quem os tutela. “Não sendo vigilância armada, como o caso de hoje que não existe nenhum alerta e avistarmos alguma coisa na nossa área, eu tenho de dar essa informação”, declarou acrescentando “se vir uma coluna de fumo, dirijo-me ao local e faço a avaliação. Se conseguirmos apagar, informo que não são precisos mais meios; se não faço o pedido de ajuda e apoio, e trabalhamos em conjunto.”
Este ano, o Dispositivo Municipal de Vigilância e Prevenção de Incêndios, que conta com uma equipa de 60 elementos começou no dia 1 de junho, mas esta data depende sempre das temperaturas. Caso haja uma vaga de calor forte, e por exemplo, os Sapadores estejam em silvicultura em fevereiro ou março, e se se justificar, eles contactam com os serviços e vão para o terreno. Normalmente, o Dispostito está acionado até ao último dia do mês de setembro, mas pode prolongar-se.
Esta equipa dos Sapadores composta por cinco elementos, durante o ano, fazem ações de sensibilização, por exemplo: no Monte Padrão fizeram as plantações e a sua manutenção, limpeza das caldeiras, ações com as escolas e universidades.
Nesta altura do ano, o LEE desta equipa de cinco sapadores está na Nossa Senhora da Assunção, mas “caso avistemos uma coluna de fumo ou que estejam nas nossas costas, nós para identificar pegamos no carro e vamos até ao local. Intervimos e informamos as autoridades” expôs José Magalhães.
José Magalhães, chefe de equipa SF 06-113 , após ter trabalhado 30 anos numa empresa como escriturário, a insolvência obrigou-o a arregaçar as mangas e procurar um novo emprego. Apareceu-lhe a oportunidade de integrar nesta equipa de Sapadores, candidatou-se e foi aceite. A criação da Equipa de Sapadores surgiu em 2008.
Os Sapadores têm várias funções, que neste momento passam por fazer “vigilância florestal de primeira intervenção, normalmente de maio a outubro fazemos este serviço de deteção de incêndios e vigilância; depois numa outra fase em outubro até abril/maio fazemos silvicultura preventiva, as faixas de gestão de combustível do Plano de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI) da Câmara Municipal, exercem a primeira intrevenção nos incêndios, combate e rescaldo, nas redes viárias e terciárias”, contou José Magalhães.
in| santotirso tv
A Paróquia de São Vicente de Alfena, em Alfena, Valongo, vai realizar um conjunto de actividades, para assinalar os 50 anos da sagração do altar da igreja.
As comemorações tiveram ínicio no passado dia 5 de agosto, antecedidas de uma eucaristia solene na igreja matriz, onde se prestou uma homenagem ao Padre Nuno Cardoso com descerramento de uma placa e romagem ao cemitério.
As comemorações prolongam-se até ao dia 24 de Agosto, onde pelas 21h30, a igreja acolhe um concerto da Dogma Brass Band. No dia seguinte há uma eucaristia, pelas 18h00, que assinala o aniversário de sagração da igreja.
Um incêndio deflagrou cerca das 9 horas, num prédio na Rua da Conceição, no centro da cidade do Porto, obrigando ao corte da via, de sentido único, disse fonte dos Bombeiros Sapadores.
O foco de incêndio está localizado no topo do edifício, que até há pouco tempo acolhia uma seguradora. O fogo está controlado e teve origem num curto-circuito de uma bateria de alimentação.
Segundo fonte dos bombeiros, não existiu perigo de propagação a outros edifícios. Neste momento, o edifício não acolhe qualquer instituição, estando atualmente vazio de qualquer residente ou atividade.
No local estão 12 homens auxiliados por três viaturas dos Sapadores, além de efetivos da PSP a controlar a circulação do trânsito.
Ia ser um “museu a céu aberto” e prometia dinamizar a cidade de Paredes. Ao “museu” continuam a faltar visitantes e as obras, que custaram milhares de euros, foram roubadas, danificadas ou são simplesmente ignoradas pela população, que ainda hoje não entende o conceito deste projecto nem o porquê deste investimento.
O Circuito Aberto de Arte Pública de Paredes (CAAP) nasceu em 2012, integrado num projecto ambicioso que iria transformar Paredes numa “Cidade Criativa”. Conta com obras de artistas de renome, que custaram entre 25 e 65 mil euros, e foi ainda construído um posto de turismo, que é também centro interpretativo, orçado em mais de 900 mil euros.
O actual executivo municipal reconhece que este investimento não teve retorno e que não traz visitantes. Diz que a estratégia passa por criar actividades que façam as pessoas visitar os locais onde estão algumas dessas obras de arte.
População ainda não entende as obras ou os quase dois milhões de euros gastos.
A organização do Arouca Film Festival revelou esta no inicio desta semana ter recebido 785 candidaturas para a edição de 2018, o que representa mais 102 filmes do que em 2017 e um recorde de inscrições nos 16 anos do evento. A decorrer entre os dias 19 e 23 de setembro, a 16.ª edição do festival ainda está na fase de selecionar as obras que vão integrar a sua secção competitiva, sendo que 55,2% dos concorrentes apostaram em obras de ficção, seguindo-se o cinema documental, com 26,8% das candidaturas, e o experimental, com 14,1% das inscrições.
“Nos últimos anos verificou-se um crescimento acentuado das produções de documentários e filmes experimentais, facto revelador da vontade dos realizadores em trabalharem a sua própria forma de ver o mundo, conferindo aos filmes um cunho pessoal vincado que reflete as suas vivências, expectativas e necessidades”, declarou à Lusa o diretor do festival e também presidente do Cineclube de Arouca, João Rita,
A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis decidiu suspender o sistema de água nas fontes localizadas na rotunda do Largo Luís de Camões (Centro Comercial Rainha), na Praça José da Costa e na rotunda do Bombeiro, junto ao quartel dos bombeiros voluntários.
Na base da decisão estão consumos elétricos anormais e fugas de água nos equipamentos que se refletem nos custos superiores a seis mil euros na fatura mensal
da autarquia.
O executivo quer melhorar a eficiência energética e ambiental destes equipamentos numa altura em que se vive um período de seca pelo que a decisão tomada é, segundo o presidente da autarquia, de “elementar racionalidade”.
A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) anunciou esta quarta-feira que vai reduzir o alerta vermelho em sete distritos do país, a partir da meia-noite de quinta-feira, para o nível laranja, de menor severidade meteorológica e risco de incêndios rurais.
Num ponto da situação sobre os incêndios rurais, feito esta tarde na sede da ANPC, em Carnaxide, concelho de Oeiras, o adjunto nacional de operações Sérgio Gomes referiu que o estado de alerta especial vermelho vai ser reduzido nos sete distritos que estavam com este nível máximo: Braga, Bragança, Guarda, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.
“Os sete distritos que se encontram no nível vermelho passarão ao nível laranja”, afirmou à agência Lusa o elemento do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), enquanto dos restantes 11 em alerta em laranja, os distritos de Aveiro e Coimbra “passam a amarelo”.
O F. C. Porto anunciou, através do seu site oficial, que avançou com uma queixa-crime contra o comentador Pedro Guerra, na sequência de “declarações falsas”.
Em causa estão declarações de Pedro Guerra “em que afirma ter a certeza que o F. C. Porto conhece antes de serem públicas as nomeações das equipas de arbitragem dos seus jogos”.
Pode ler-se no mesmo comunicado que “Pedro Guerra afirmou perentóriamente que a substituição do árbitro Fábio Veríssimo antes do jogo Belenenses-FC Porto aconteceu por interferência direta do FC Porto, o que é mentira. De resto, é público e já o era quando Pedro Guerra proferiu estas falsas afirmações, que a troca do árbitro se deveu ao falecimento de um familiar, o que é um motivo facilmente compreensível por toda a gente”.
A SAD do Leixões acusou esta quarta-feira o presidente do clube, Duarte Anastácio, de estar por trás dos atos de violência ocorridos no domingo após o jogo com o Varzim e retira apoio à claque do clube.
Criticado após ter aceitado o convite de Rui Rego para ser presidente da SAD do Sporting caso o candidato vença as eleições de 08 de setembro, Paulo Lopo – líder da SAD – informou na segunda-feira ter suspendido as suas funções no Leixões de 06 de agosto até ao dia do ato eleitoral no clube lisboeta.
Hoje, num extenso comunicado publicado na página oficial no Facebook, a SAD escalpeliza a relação com a direção leixonense liderada por Duarte Anastácio, que, durante o jogo com Varzim assistiu ao jogo não na tribuna presidencial, mas em camarotes no Estádio do Mar.
No documento, a SAD considera que a atitude de “algumas pessoas da direção do Leixões nada tem a ver com aquilo que deveria ser o clima institucional entre as partes”, culpando a “ambição pessoal do presidente do clube, Duarte Anastácio, que, após várias tentativas frustradas de aquisição da maioria do capital social da SAD, em proveito próprio e não para o clube, decidiu entrar por outros caminhos menos claros”.
Num exercício contabilístico, a SAD detalha o investimento feito desde que assumiu funções em 02 novembro de 2016, e que começou com o “adiantamento de 4.000 euros ao clube” para o “pagamento [do fornecimento] da luz à EDP”, tornando assim “possível a realização do jogo com o [Académico de] Viseu”, que resultou numa derrota em casa por 0-1.
Dando conta de que, quando foi adquirida a maioria do capital social da SAD, esta estava em “falência técnica”, somava “dívidas superiores a quatro milhões de euros” e tinha “penhoradas as contas bancárias na Caixa Geral de Depósitos e no Montepio Geral”, foram ainda contabilizados “salários em atraso a 29 jogadores da época anterior” e também a “nove colaboradores do clube”.
O posterior recurso ao Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES) para a Segurança Social e Autoridade Tributária e um Sistema de Recuperação de Empresas por Via Extrajudicial (SIREVE), acrescenta a SAD, permitiu abater 944 mil euros a essa dívida.
Na relação com a direção do Leixões, a SAD “elaborou um contrato sobre o valor da dívida corrente, à data de 09 outubro de 2017” no valor de “mil euros por mês, em 44 prestações, que por força das necessidades do clube já foi abatida extraordinariamente”, somando em “agosto de 2018, 25.000 euros”.
Lamentando o “hábito da direção de não pagar os seus impostos”, acusa-a de se “aproveitar do facto de a SAD necessitar de ter tudo regularizado a cada janela de transferência” para poder inscrever os jogadores para que estes fossem pagos pela administração, valores que foram “descontados no protocolo”.
A SAD informou ainda ter pagado em junho de 2018 “15.000 euros para fazer face a cheques do clube que tinham sido pagos à Luanvi e que alegadamente não teriam cobertura” e acusou Duarte Anastácio de “deixar de aproveitar uma verba de 100 mil euros” da Câmara de Matosinhos para obras, alegando que “não sabia”.
A terminar, a SAD informa ter procedido ao “cancelamento do protocolo com a claque do Leixões para a oferta de bilhetes” até que a mesma se demarque publicamente dos incidentes após o jogo com o Varzim, reiterando que a SAD do Leixões “não está a venda” e que o projeto “manter-se-á, independentemente do resultado das eleições do Sporting”.
“A empresa [SAD] é e será maioritariamente da Playfair, propriedade do presidente Paulo Lopo, que não deixará o projeto até que o nosso clube esteja de volta à primeira divisão”, conclui o comunicado.