Em 37 mil m² distribuídos por sete projetos, o município da Maia lidera a dinâmica na promoção de novos escritórios na Área Metropolitana do Porto, no último ano e meio.

De acordo com os dados recentemente divulgados pela Confidencial Imobiliário, o município do Porto acolhe apenas 13,2 mil m² de novos escritórios em pipeline, cerca de um terço do valor da Maia, correspondendo a nove empreendimentos. Já Matosinhos, que ocupa o segundo lugar a nível metropolitano, contabiliza 30 mil m² de área em carteira, correspondentes a nove projetos, no mesmo período de tempo.

Na Maia, destacam-se duas obras de escritórios com mais de 11 mil m², correspondendo um deles a um investimento realizado pelo próprio ocupante. Ainda na Maia, do total de 37 mil m², 31 mil m² são respeitantes a construção nova e 6 mil m² reportam a obra em edificado.

Entre Janeiro de 2017 e Junho de 2018, entraram em processo de licenciamento 318 novos projetos de escritórios em Portugal Continental. A Confidencial Imobiliário, no âmbito do Pipeline Imobiliário, afirma que foram lançados mais de 525 mil m² de novos escritórios.

Lisboa concentra 42% desta área (221 mil m², distribuídos por 18 projetos), acolhendo alguns dos maiores, incluindo um com 60,5 mil m² localizado em Alcântara, dois com cerca de 30 mil m² cada ambos localizados no eixo da 2ª Circular, e ainda um com mais de 10 mil m² na freguesia da Misericórdia.

O Ministério Público acusou uma funcionária da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte de desviar mais de 80 mil euros provenientes da emissão de licenças de pesca lúdica.

A mulher está suspensa e vai ser julgada por peculato.

A arguida, assistente técnica da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), organismo sediado em Mirandela e com delegações espalhadas pelo Norte, nomeadamente em Matosinhos e Senhora da Hora, terá começado a desviar o dinheiro das licenças que a própria emitia em 2007, pratica que terá continuado até março de 2015, altura em que foi descoberta. Segundo o MP, terá desviado 83341 euros.

Segundo o JN, a funcionária em questão terá chegado à DRAPN pouco antes de 2007, transferida após a extinção de outro organismo do Estado ligado ao mar que funcionava junto à Docapesca, em Matosinhos. Foi colocada nas delegações da Estrada da Circunvalação e Senhora da Hora.

A zona do Areinho de Avintes, Vila Nova de Gaia, vai ter um hotel de quatro estrelas, num investimento superior a seis milhões de euros que significa aa criação de 80 postos de trabalho.

Em causa um projeto candidatado ao fundo do turismo no âmbito do Norte 2020, que recebeu em fundos comunitários quase um milhão de euros.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da câmara de Vila Nova de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, confirmou que está em curso um projeto de construção de hotel para o Areinho de Avintes, apontando que “esta zona tem sido alvo de interesse pelo seu potencial turístico e hoteleiro”.

“É um investimento apadrinhado pela câmara que além dos fundos do Norte 2020 também beneficia de isenção de taxas. Isto vai ao encontro das expectativas deste executivo de que Gaia é um concelho de oportunidade económica e de lazer, o que culmina na criação de emprego”, disse o presidente da câmara.

De acordo com Eduardo Vítor Rodrigues, e com base nos dados que constam do projeto apresentado à autarquia, o hotel terá quatro estrelas, resulta de um investimento superior a seis milhões de euros e serão criadas oito dezenas de novos empregos distribuídos pelo funcionamento do equipamento e pelas atividades complementares.

Eduardo Vítor Rodrigues acrescentou que o hotel nascerá “junto a uma zona muito preservada do ponto de vista ambiental e de um local para o qual o município tem o projeto de edificar o Museu das Tradições dedicado, entre outros elementos, à temática da broa e do vinho”.

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Paulo Lucas é o novo superintendente-chefe do Comando Metropolitano da PSP/Porto.

Paulo Manuel Pereira Lucas, natural de Fátima, de 51 anos, superintendente-chefe da PSP e que exerceu já funções de diretor nacional adjunto da Unidade Orgânica de Operações e Segurança, da Direção Nacional da PSP, foi anteriormente secretário-geral-adjunto do Sistema de Segurança Interna, coadjuvando o juiz conselheiro Mário Mendes.

Paulo Lucas, que teve a sua “prova de fogo” logo no início da sua carreira, em Loures, no caso do ataque a uma patrulha da PSP, foi comandante Regional da Madeira da PSP da Madeira, para além de comandante do Corpo de Intervenção e diretor do Departamento de Operações da Direção Nacional, tendo sido ainda oficial de ligação em Moçambique.

A nomeação de Paulo Lucas ocorre com a saída do superintendente-chefe Miguel Mendes do Comando Metropolitano da PSP/Porto para uma comissão de serviço em Timor Leste.

O novo comandante da PSP do Porto é licenciado em Ciências Policiais pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, a antiga Escola Superior de Polícia, possuindo uma pós-graduação em gestão civil de crises por aquela mesma instituição, estando na PSP há 28 anos, então como comandante da Esquadra de Benfica.

Frequentou depois Leaders Program in Advanced Security Studies, ministrado pelo George C. Marshall European Center for Security Studies; do curso TOPSOPC XII – Top Senior Police Officers Course, promovido pela Academia Europeia de Polícia – CEPOL; do Public Order and Crowd Management, do CEPOL; do curso de Direção e Estratégia Policial (CDEP); do curso de Hostage Negotiator’s, ministrado pela Polícia Metropolitana de Londres; e do curso de Especialização de Oficiais em Educação Física, pelo CEFA-Armada.

Paulo Lucas é ainda autor de alguns artigos e de intervenções em conferências acerca de temas como direito de reunião e manifestação; sistema de segurança interna; modelo de organização da investigação criminal; ordem pública; planeamento e segurança de grandes eventos; e gestão de incidentes tático-policiais.

Em Portugal, só este ano, já foram encerrados 56 lares de idosos, seis deles de forma urgente. Na Area Metropolitana do Porto, Gondomar e Gaia lideram em número de encerramentos, com quatro casos cada, seguindo-se a Maia e Porto, com três encerramentos cada.

O Jornal de Notícias cita o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, afirmando que todos os equipamentos encerrados encontravam-se em situação ilegal.

A mesma fonte conta que “todos os encerramentos efetuados pelo Instituto da Segurança Social estão relacionados com falta de condições (…) a nível de falta de licenciamento, falta de recursos humanos, instalações inadequadas, prestação de serviços aos utentes inadequada ou situações que coloquem em risco a saúde/bem-estar dos utentes”.

O presidente da Associação de Apoio Domiciliário, Lares e Casas de Repouso, João Freitas de Almeida, afirma ao JN que “os números divulgados são falaciosos, porque a maioria são meras ordens de encerramento voluntário e muitas delas nem são cumpridas”.

A equipa insular revelou, esta terça-feira, que a visita ao terreno do Aves foi adiada para domingo, porque enfrenta problemas com as passagens.

«O jogo da quarta jornada da Liga, entre o Desportivo das Aves e o Marítimo, inicialmente marcado para o próximo sábado, foi adiado para domingo. Isto devido a problemas com as passagens entre a Madeira e a cidade do Porto”, informou o Marítimo na sua página oficial.

Dois jovens cientistas de Vila Nova de Gaia foram premiados num concurso internacional de ciência e tecnologia para adolescentes, na China.

António Dias e João Azevedo realizaram um estudo durante três meses a 104 alunos de dois colégios de Gaia sobre a aplicação de uma técnica marcial em alunos do 7º ao 10º ano.

Foto: DR

PSD/Porto considerou esta terca-feira que a câmara “tudo deveria procurar fazer” para que as construções na Arrábida não avançassem, pedindo esclarecimentos sobre o porquê de a Zona Especial de Proteção (ZEP) do monumento ainda não ter sido alargada.

“O PSD do Porto é contra as atuais construções em curso na Arrábida. Não só o PSD do Porto é contra estas construções, como consideramos que a Câmara Municipal tudo deveria procurar fazer para que estas não se concretizassem”, lê-se numa carta aberta da Comissão Política da Concelhia do PSD/Porto ao presidente da autarquia, o independente Rui Moreira.

Garantindo que o partido “não diaboliza” o investimento privado, o PSD entendeu que num “momento de maior pressão imobiliária” a câmara deve reforçar o seu papel de regulador e focar-se na proteção e salvaguarda dos “elementos diferenciadores” da cidade, gentes e património arquitetónico.

Acreditando que os portuenses também não querem as construções em curso, a concelhia do PSD recorda que a Ponte da Arrábida foi classificada como Monumento Nacional a 24 de junho de 2013, havendo desde dia 07 de outubro desse ano a “vontade expressa” da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) de alargar a sua ZEP, e questiona Rui Moreira sobre o porquê de ainda não a ter aceitado.

O PSD pergunta também que diligências concretas tomaram o autarca e o seu executivo, desde que tomaram posse em 2013, para concretizar o alargamento da ZEP.

E interroga sobre que interesse público presidiu à proposta feita a 30 de abril de 2018 pela câmara para criar uma área urbana 3 que exceciona os terrenos da Selminho da ZEP e procura dar viabilidade construtiva adicional a privados junto de um monumento nacional.

Lembrando a existência de dúvidas sobre a propriedade e titularidade de algumas das parcelas de terreno nas zonas onde se realizam as atuais construções, o PSD quer saber “para quando” a conclusão dessa averiguação interna.

O PSD pergunta porque é que a autarquia emitiu licenças e permitiu o início das construções havendo dúvidas sobre a titularidade dos terrenos e estando por concretizar o alargamento da ZEP.

“Sabendo de dúvidas sobre a titularidade dos terrenos e estando pendente o alargamento da ZEP, por que razão objetiva não utilizou a câmara, desde 2013, quaisquer elementos dilatórios para adiar a emissão das licenças”, questiona o PSD na carta.

O partido pergunta ainda ao autarca independente porque é que, num artigo publicado num jornal diário, procura atribuir-lhe responsabilidade nestes processos “quando sabe” que essas começaram com Nuno Cardoso (presidente da câmara entre 1999 e 2002 pelo PS) e se concretizaram agora “exclusivamente por inexplicáveis ações e omissões” da autarquia que lidera.

O PSD termina a missiva dizendo que pretende o esclarecimento cabal dos factos, dado existir um “inaceitável ruído comunicacional”.

Questionada pela Lusa, a Câmara Municipal do Porto referiu não responder a “atos de demagogia e populismo primários da parte do PSD Porto”.

“Foi o executivo de Rui Rio [ex-presidente da câmara] que deixou como herança em 2013 as construções aprovadas naquele local com volumétricas até maiores, quer através de PIPs quer através de licença de obra, emitida a poucos meses das eleições”, sustenta em resposta escrita.

E acrescenta: “o PSD Porto pode pois endereçar as questões ao líder do seu partido”.

A obra em causa integra a Zona Especial de Proteção (ZEP) da Ponte da Arrábida, agora em consulta pública, depois de o processo ter estado parado durante cerca de cinco anos.

Classificada como Monumento Nacional em 2013, a Ponte da Arrábida ficou desde então sem a ZEP prevista na lei e no despacho de classificação para condicionar a construção na envolvente, vigorando uma zona “geral e automática” de 50 metros.

A construção na escarpa da Arrábida está “a ser alvo de inquérito pelo MP” na sequência de várias “denúncias”, disse à Lusa a Procuradoria-Geral da República, ao passo que o presidente da autarquia, Rui Moreira, decidiu, a 08 de maio, pedir “com urgência” uma investigação sobre a titularidade daqueles terrenos que, em 2001, foram alvo de uma permuta entre a Câmara e a Imoloc, imobiliária que no mandato do social-democrata Rui Rio foi impedida de construir no Parque da Cidade.

Mais de 45 mil saquetas de condimentos e especiarias, avaliadas em cerca de 120 mil euros, foram apreendidas na região Norte por “contrafação de marca”, anunciou hoje a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Em comunicado, a ASAE refere que, além dos milhares de saquetas de condimentos e especiarias como colorau, cravinho e noz-moscada, apreendeu também mais de 1.400 bobinas de embalagens plásticas (já caracterizadas com a marca lesada), bem como 438 volumes de embalagens, “que violavam os direitos da marca”.

“Foi ainda apreendida diversa documentação comercial, designadamente faturas, relação de clientes e quantidades comercializadas desde a data de concessão de registo da marca lesada para integração no processo instaurado”, conclui.

O valor global da apreensão é de 121.293 euros, detalha a autoridade.

As apreensões, realizadas pela Unidade Nacional de Informações e de Investigação Criminal da ASAE, ocorreram durante ações de fiscalização, realizadas simultaneamente em instalações de produção, armazenamento e venda ao consumidor final das zonas de Braga, Guimarães e Porto

Zakarya chumbou nos exames médicos realizados esta terça-feira e, desta forma, não será reforço do FC Porto. O lateral-esquerdo do Belenenses, de 29 anos, tinha tudo certo para ser jogador dos dragões – ontem tinha realizado a última partida pelos azuis do Restelo – mas acabou por reprovar nos exames.

Refira-se que Zakarya saiu lesionado da partida de ontem diante do Moreirense, sendo substituído ainda antes do intervalo devido a uma contratura na coxa direita